Houve um tempo em que pogramão de sábado a noite em Luanda era assistir miúdo dançando kuduro na TPA e/ou se enfiar dentro do mosquiteiro, e ficar se abanando. (Bocejos).
Luck me que não sou assim taaaaaaão velha, e quando cheguei aqui a Chillout já existia.
Luck me que não sou assim taaaaaaão velha, e quando cheguei aqui a Chillout já existia.

Mas quando bate o sino (pequenino, sino de Belém) das 0:00h, o chef vira abóbora, o César (DJ residente foréva) começa a tocar, e a pista lota de expatriado suando. Uma visão do paraíso.
Do lado de fora, forma-se uma super-bicha (aloka), e os hostess simpáticos, só deixam entrar quem é VIP (virgem, inadimplente e puritano). Do lado de dentro, é todo um mapa-mundi misturado: tem libanês, português, canadense, espanhol, israelense, americano, genérico...


* El Divino Beach é em Floripa, desculpa aê.